quarta-feira, 14 de setembro de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA: Workshop: Árvore da Vida

 
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA: Workshop: Árvore da Vida
LIBERANDO PADRÕES E CRENÇAS NEGATIVAS

(Link da inscrição: https://goo.gl/forms/8JwnHhQaQEwwY5CI2)

O presente curso propõe trabalhar com crenças e padrões inseridos em nossa história e que, muitas vezes, vincula-se à história de nossa estrutura familiar. A partir do momento que nos Conscientizamos dessas
histórias, é possível romper com algumas crenças. Tal experiência proporciona bem-estar e presença mais assertiva nas escolhas próprias do cotidiano.

Público alvo: Terapeutas comunitários, consteladores familiares, profissionais da saúde, educação, trabalhadores da área social, lideranças comunitárias e pessoas interessadas em processos de autoconhecimento.

Metodologia: O trabalho tem como referencial a linha sistêmica. Serão empregadas técnicas como o genograma ( espécie de árvore genealógica da família), visualização de imagens, técnicas psicossensoriais,figuras de Constelação familiar.

As vivências são individuais,cada um faz o seu processo. Haverá espaço para os participantes que desejarem partilhar sua experiência.

Facilitadora: Maria Cristina Vasconcelos Teixeira.
CRP 04-29133 – História/UFMG – Psicologia/UFMG – Psicopedagogia/UNI-BH - Formação em Terapia Ericksoniana ( Instituto Milton H. Erickson de Belo Horizonte (reconhecido pela The Milton Erickson Foudation Inc. em Phonix, EUA - Especialização em Psicoterapia de casal família/PUC/MG – Formação em Danças Circulares , Formação Constelação Familiar,Formação em Psicoterapia do Trauma e Terapia Comunitária Integrativa,Formando em yoga integral,Mestrado em Reiki, Deeksha Giver.Instrutora de Mindfulness

DATA: 08 de OUTUBRO - WORKSHOP - ÁRVORE DA VIDA

HORÁRIO: 8.30 e finalizando 18.30. intervalo de 1h de almoço

LOCAL : MUSEU VIVO DA MEMÓRIA CANDANGA - MVMC

INVESTIMENTO: R$50,00 para terapeutas comunitários e R$70,00 para quem não é terapeuta.

(Banco do Brasil. Agência 3413-4 Conta 18549-3 M I Saúde Comunitária DF)

ALMOÇO: CUSTEADO PELO PARTICIPANTE

LANCHE: COLETIVO, sugerimos que, se possível, traga um alimento saudável.

INFORMAÇÕES: Franco Moreno
SGAN 914 Conjunto F Casa 12 - Aldeias infantis SOS Brasil - Asa Norte/DF - Telefone Fixo (61) 3347-8563 - Vivo: (61) 99651-2782




 

RODA DE TERAPIA COMUNITÁRIA - HOSPITAL DIA TAGUATINGA - CLÍNICA RECANTO


TERAPEUTA COMUNITÁRIA: JAIRA LEITE
PÚBLICO: 26 participantes
TEMA: ANSIEDADE - COMO VOU CONDUZIR MINHA VIDA LÁ FORA
O QUE ESTOU LEVANDO: AMOR, PAZ, APRENDIZADO, FÉ, FORÇA, PAZ, CONHECIMENTO, A IMPORTÂNCIA DAS REGRAS.

CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL - 16 DE SETEMBRO 2016


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA WORKSHOP CUIDANDO DO CUIDADOR

WORKSHOP CUIDANDO DO CUIDADOR.




Workshop – Cuidando do Cuidador (CC) – capacitação nas técnicas de resgate da autoestima

Objetivos Gerais: Trabalhar a autoestima e as emoções de pessoas ou grupos institucionais que desejam se harmonizar, enquanto equipe;

Promover a saúde e a qualidade emocional dos cuidadores, articular o potencial humano e cultural com o conhecimento técnico-científico, o que possibilitará a ampliação do campo de intervenção.

Objetivos Específicos: Capacitar agentes multiplicadores, para atuarem em suas comunidades e instituições, na perspectiva de reforço da autoestima, pela valorização do autoconhecimento como recurso de transformação pessoal e social.

Benefícios: o corpo vive, registra, reage e revela a história individual. A leitura corporal relaciona a forma e a funcionalidade do corpo, os traços fisionômicos, as posturas, as sensações e os sintomas físicos, aos conteúdos mentais e às particularidades comportamentais. Desta forma, estabelece um paralelo entre a linguagem do corpo, o estado de saúde, as disfunções orgânicas e o autoconhecimento. A experiência vivida e sentida nunca é esquecida, fica registrada nas nossas células para sempre.

Público-Alvo: destina-se a todos os cuidadores, terapeutas comunitários, pessoas especiais que cuidam de alguém, seja de um familiar, de um amigo, uma comunidade, rede de saúde, crianças em redes de educação, entre outros.

Programa:

1 – Refletindo os 6 (seis) pilares da autoestima;

2 – trabalhando com nossas tensões;

3 – trabalhando o centramento corpo e mente;

4 – resgatando a criança interior;

5 - integração do masculino e feminino;

6 – trabalhando o nosso olhar crítico e compassivo;

7 – trabalhando a raiva e a integração consigo e com os outros;

8 - Grupos de discussão e reflexão.  

           Carga horária: 100h

- 02 MÓDULOS: 80h

I MÓDULO -  08:00 às 19:00

II MÓDULO – 08:00 às 19:00
 
Sexta-feira e sábado de 8:00 as 19:00h

Domingo de 8:00 as 13:00h


02 ENCONTROS DE SUPERVISÃO: 10h

* As datas dos encontros de supervisão serão agendados nos módulos

 05 PRÁTICAS COM RELATÓRIOS: 10h

Investimento:

ENTRADA: R$ 150,00 + 02 PARCELAS DE R$ 280,00

ASSOCIADOS DO MISMECDF em dia – DESCONTO DE 5%

LOCAL: MUSEU VIVO DA MEMÓRIA CANDANGA

FACILITADORES: PERLUCY SANTOS  

INFORMAÇÕES E iNSCRIÇÕES:

MISMECDF - Secretaria 3347-8563. – 99651-2782
 Endereço: 914 Norte, Espaço Aldeias Infantis, casa 12, Brasília-DF

CLIQUE AQUI E FAÇA SUA INSCRIÇÃO:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfWjxtV2dkbnqkCCy5VDSkLeD9OTK5U0riIz04AF6IZ0hiNHw/viewform


 
 
 

CAPACITAÇÃO EM TERAPIA COMUNITÁRIAINTEGRATIVA - TCI - NOV 2016

 
"PRINCÍPIOS, CONCEITOS E METODOLOGIA DA TERAPIA COMUNITÁRIA INTEGRATIVA:
A Terapia Comunitária é um espaço de promoção de encontros interpessoais e inter comunitários, objetivando a valorização das histórias de vida dos participantes, o resgate da identidade, a restauração da auto-estima e da confiança em si, a ampliação da percepção dos problemas e possibilidades de resolução a partir das competências locais. Tem como base de sustentação o estímulo para a construção de vínculos solidários e promoção de vida.
Esta forma de trabalho permite que se avance do modelo centrado na patologia ao modelo da promoção da saúde, das redes de solidariedade e da inclusão social.
A Terapia Comunitária não se define como um processo psicoterapêutico, mas, sim, como um ato terapêutico de grupo que pode ser realizado com qualquer número de pessoas e de qualquer nível socioeconômico. É uma prática de intervenção simples, mas não simplista, requerendo uma capacitação. Ela é dirigida por facilitadores, devidamente treinados, sem nenhuma exigência de formação acadêmica anterior.
A intervenção se dá nas diversas redes que compõem o sistema de relações humanas, incluindo a família, os vizinhos, os amigos e a coletividade para apoiar os indivíduos e as famílias mais vulneráveis da comunidade que estão vivendo uma situação de crise.
No campo da sua intervenção, o terapeuta comunitário tenta articular a dimensão biológica, social e política dos problemas. Ele tem, como ponto de partida, uma situação- problema (alcoolismo, insônia...), apresentada por alguém da comunidade e escolhida pelo grupo. É a partir dessa situação que a equipe terapêutica passa a estimular e favorecer o crescimento do indivíduo e das pessoas mais próximas a ele, para adquirir um maior grau de autonomia, consciência e co-responsabilidade. Tudo isso acontece através de um processo de questionamentos em todos os níveis: biológico, psicológico, social e político. Nós nos apoiamos na competência dos indivíduos e das famílias e, jamais, nas carências que são prerrogativas dos especialistas". Adalberto Barreto - TERAPIA COMUNITÁRIA - PASSO A PASSO

 
Ficha de Pré Inscrição. Após o seu preenchimento será encaminhado para o e-mail da(o) interessada(o) uma ficha de entrevista.

 

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

CONVITE - ENCONTRO DE TERAPEUTAS COMUNITARIOS

 
LINK PARA INSCRIÇÃO:

A FISIOLOGIA DA DEPENDENCIA QUÍMICA - esta palestra traz informações sobre a parte neuroquímica da dependência. O objetivo é desmistificar o dependente, muitas vezes taxado como um sujeito sem força de vontade, vagabundo, mentiroso, etc. O que pretende através da informação é levar ao entendimento o mecanismo do vício . PALESTRANTE:  CÉLIA MORAES

DANÇA SÊNIOR é uma atividade em grupo que melhora a qualidade de vida de idosos, e estudos recentes tem avaliado a sua utilização como mecanismo de manutenção e melhora da capacidade funcional de idosos.

Todo profissional que trabalha com idosos deve se dar a chance de conhecer essa maravilhosa ferramenta.

Sobre Dança Sênior

Lançada na década de 70, na Alemanha, a dança sênior rapidamente se popularizou entre a população idosa dos países europeus e agora está em franca expansão no Brasil, sobretudo nos estados do sul e sudeste. Com o crescente aumento do número de brasileiros de meia e terceira idade, e de seu poder aquisitivo, essa modalidade de dança, divertida e fácil de aprender, têm conquistado espaço.

História

Tudo começou na década de 70, na Alemanha, quando a pedagoga social Ilsen Tutt, em visita ao ancianato onde se encontrava a sogra, foi por esta questionada: "você sempre dança com a geração nova, por que não dança com os idosos?".

A questão levantada levou Ilsen a trocar idéias com um grupo de pedagogos sociais sobre a atividade com idosos em instituições de longa permanência e a desenvolver a idéia de se criar uma modalidade de dança que considerasse suas limitações motoras e mentais. Era criada, então, a Dança Sênior, que rapidamente se disseminou entre a população da "maior idade" dos países europeus. Para o Brasil, ela foi trazida pela arquiteta alemã Christel Weber, que fixou residência em Nova Friburgo (região serrana do RJ) e ministrou os primeiros cursos preparatórios de multiplicadores (profissionais aptos a ministrar aulas). 

Benefícios para o corpo e a mente

Segundo a professora Hosania Nascimento, os movimentos são simples, elegantes e exigem a troca constante de par, incentivando a integração dos alunos. "E apesar de ter sido desenvolvida pensando nas limitações dos idosos, temos em nossos cursos pessoas de todas as idade, inclusive jovens, pois é uma dança bastante divertida", ressalta Hosania. 

"Qualquer um pode praticar e os benefícios são vários, como a melhora de mobilidade, respiração e memorização", completa o terapeuta Márcio Goiabeira Souza, que ministra cursos de dança sênior na Obra Social, ONG mantida em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro. 

"Há inclusive uma modalide especialmente desenvolvida para pessoas com dificuldade de se locomover, em que se dança sentado", explica Hosania. "O aprendizado das coreografias trabalha a atenção, concentração, percepção, lateralidade, ritmo, memória recente, orientação espacial, estimulando diversas habilidades psicomotoras e cognitivas", acrescenta a professora Elizabeth Lospenato Bastos, vice-coordenadora nacional da Dança Sênior.

Para maiores informações sobre Dança Sênior, acesse:

http://www.portalbethesda.org.br/

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedd...

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedd...

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Palestrantes

Isabel Zago e Terezinha Gama


terça-feira, 9 de agosto de 2016

TERAPIA COMUNITARIA DIMINUI ENCAMINHAMENTOS PARA SERVIÇOS DE SAÚDE



 

Terapia comunitária diminui encaminhamento para serviços de saúde

Carla Prates
Especial para o UOL Ciência e Saúde
 
FONTE: UOL
Em 23 anos de terapia comunitária, a técnica cresceu por todo o Brasil e, desde 2008, está no sistema público de saúde. Agora, em 2010, é oficializada como política pública federal.
Em 2008, já havia mais de mil terapeutas capacitados e cerca de 70 mil pessoas atendidas na rede pública. E os números só aumentam. Apenas de fevereiro a agosto de 2010, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo realizou mais de 2 mil rodas de terapia comunitária com cerca de 25 mil participantes.
De acordo com o relato de Adalberto Barreto, criador da metodologia, a experiência chegou aos órgãos públicos após o Ministro da Saúde José Gomes Temporão ficar sabendo de uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Ceará (UFC), pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) e pelo Movimento Integrado de Saúde Mental Comunitária do Ceará (MISMEC-CE).
O estudo revelou que, de 12 mil pessoas que frequentavam as rodas de terapia comunitária entre 2005 e 2006 em todo o Brasil, apenas 11,5% precisaram ser encaminhadas para o serviço de atenção a saúde. Mais de 80% dos problemas apresentados nas rodas foram resolvidos ali mesmo.
A terapia comunitária funciona, portanto, como uma espécie de triagem dos casos que realmente precisam ser encaminhados para os serviços públicos de atenção básica. Atua como uma prática de prevenção e promoção à saúde.
Dentro e fora do sistema público, a prática já conta com 40 polos de formação e mais de 20 mil terapeutas formados, de acordo com Barreto.
Remédio, não
Especialistas concordam que havia uma brecha no sistema de atenção a saúde mental, que não oferecia tratamento ao sofrimento. Portanto, a terapia comunitária veio preencher essa lacuna.
“Há muita medicalização para a dor do sofrimento humano, daí se perde o sentido da dor, do luto, nem sempre é preciso tomar remédio”, pondera Maria Auxiliadora Camargo Cusinato, assessora técnica de saúde mental da Coordenação da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde.
A assessora relata que muitas mulheres vão aos postos de saúde pedir para tomar Diazepam, mas o que elas precisam mesmo é de escuta, atenção, pois vivem sozinhas ou sofreram perdas. E Adalberto completa: “o que uma mulher que sofre com o filho envolvido com droga precisa? De remédio ou ser ouvida?”.

A TERAPIA COMUNITÁRIA INTEGRATIVA - Método terapêutico criado em 1987 começa a ser levado a outros países


Método terapêutico criado em 1987 começa a ser levado a outros países

Carla Prates
Especial para o UOL Ciência e Saúde


A terapia comunitária nasceu em 1987 em uma comunidade com cerca de 50 mil habitantes na favela de Pirambu, em Fortaleza (CE). Na época, o psiquiatra (também formado em filosofia e teologia) Adalberto Barreto dava aulas de medicina na Universidade Federal do Ceará e vários casos de repercussão psíquica eram enviados à faculdade.
Como não havia remédio para todos eles, ele e um grupo de alunos resolveram inverter o curso das coisas: “pedi para não me encaminharem mais ninguém, e fomos até onde estava o problema, a favela de Pirambu”. Ele conta que havia umas 30 pessoas para serem atendidas, mas não havia remédio para todo mundo.
A solução encontrada pelo médico foi ouvir as pessoas. Eles perceberam que a maioria só queria desabafar, não estava precisando de medicamento. E, a partir da experiência, nasceu a técnica que trata e acolhe o sofrimento.
O criador da terapia revela que a técnica pretende unir o saber acadêmico ao popular. E essa experiência tem sido replicada para outros países da América Latina, entre eles Uruguai e Chile, e até para a África e a Europa.
Recentemente, houve uma capacitação de profissionais na França, em Grenoble. “Na Europa, a miséria afetiva é que desumaniza as pessoas, que não conversam entre si, os vizinhos não se conhecem. A terapia comunitária atua na construção de vínculos”, pondera Barreto.
FONTE: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2010/11/05/metodo-terapeutico-criado-em-1987-comeca-a-ser-levado-a-outros-paises.htm

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Dependência, Compulsão e Impulsividade – Analice Gigliotti e Angela Guimarães

Este é um livro completo e único da espécie no Brasil, que pode ser aproveitado tanto por estudantes quanto por profissionais das áreas de saúde, educação e direito. Também supre a necessidade das famílias e do público leigo interessado, tão ávidos por informações.

FONTE: ISSUU

Repercussões da terapia comunitária no processo de trabalho na Estratégia Saúde da Família



Repercussões da terapia comunitária no processo de trabalho na Estratégia Saúde da Família: um estudo representacional. Dissertação Programa de Pós Graduação em Enfermagem, Curso de Mestrado em Enfermagem, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

FONTE: ISSUU

LINK: https://issuu.com/abratecomterapiacomunitaria/docs/dissertacaomaurasobreira

ANAIS DO IV CONGRESSO BRASILIEIRO E PRIMEIRO ENCONTRO DE TERAPIA COMUNITARIA INTEGRATIVA - POA 2007 E OUTRAS MATÉRIAS


ANAIS DO IV CONGRESSO BRASILIEIRO E PRIMEIRO ENCONTRO DE TERAPIA COMUNITARIA INTEGRATIVA - PORTO ALEGRE - 2007


LINK: https://issuu.com/abratecomterapiacomunitaria/docs/anais-iv-congresso-brasileiro-de-tci/53



sábado, 6 de agosto de 2016

REGULAMENTAÇÃO DA TERAPIA COMUNITÁRIA INTEGRATIVA

Dep. Odorico Monteiro propõe audiência pública sobre Terapia Comunitária Integrativa


Visando compreender o projeto, Odorico propõe ainda que seja ouvido o coordenador executivo da rede Brasil Saúde Amanhã, o pesquisador José Carvalho de Noronha.

11/05/2016 às 14:08

O deputado Odorico Monteiro (Pros-CE) solicitou na quarta-feira (4) audiência pública para se discutir a importância e a necessidade de regulamentação da Terapia Comunitária Integrativa. A proposta de debate acontece na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, na qual o parlamentar é 2º vice-presidente.

“Importante registrar que o projeto parte do esforço da Fiocruz para consolidar e qualificar o Sistema Único de Saúde (SUS) e garantir melhores condições de vida e saúde para a população brasileira”, ressaltou Odorico.

Entre os convidados estão os representantes do Movimento Integrado de Saúde Mental Comunitário do Ceará (Mismec –CE), da Associação Brasileira de Terapia Comunitária (Abratecom), do Instituto de Pesquisa em Terapia Comunitária Integrativa e Ações Complementares (Iptecom) e da Mesa de Negociação dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Visando compreender o projeto, Odorico propõe ainda que seja ouvido o coordenador executivo da rede Brasil Saúde Amanhã, o pesquisador José Carvalho de Noronha. “Visando compreender também seus objetivos principais, sua missão e a prospecção de cenários futuros para a saúde pública brasileira, faço esse convite ao eminente pesquisador”, afirmou.

Ainda não há data para a audiência pública. 

imagem
 

fonte: http://prosnacamara.org.br/noticia/1094/odorico-monteiro-propoe-audiencia-publica-sobre-terapia-comunitaria-integrativa/

Redação/Pros na Câmara

PROJETO CAPACITA TERAPEUTAS COMUNITÁRIOS PARA ATUAREM NAS PENITENCIÁRIAS

Inicialmente, o Além das Grades vai capacitar 30 terapeutas comunitários integrativos na Penitenciária Feminina de Teresina.

 Israell Rêgo    - 04/11/2015

NARCISO ( Foto: Ascom Sejus)
 A Secretaria da Justiça do Piauí, a Vara de Execução Penal e o Instituto Maria dos Prazeres assinaram, nesta quarta-feira (4), parceria para desenvolver o projeto Além das Grades na Penitenciária Feminina de Teresina.
O projeto tem como finalidade a formação de terapeutas comunitários integrativos, para promoverem atenção primária à saúde nas unidades. Inicialmente, o Além das Grades vai capacitar 30 terapeutas comunitários integrativos na unidade prisional.
“A terapia comunitária integrativa é um espaço de acolhimento para tratar do sofrimento das pessoas, por meio do diálogo e interação, como forma de promover a resiliência”, explica Narcizo Chagas, coordenador do projeto Além das Grades.
O curso terá carga horária de 240 horas/aula, sendo desenvolvido em cerca de seis meses. O Além das Grades conta com servidores da Secretaria da Justiça que trabalham na Penitenciária Feminina e voluntários de diversos grupos que atuam no sistema prisional

 
 
O secretário da Justiça, Daniel Oliveira, destaca que a iniciativa estimula a cooperação pela humanização do sistema. “O ambiente da Penitenciária Feminina é totalmente propício para o projeto, que reforça a cultura da paz e o enfrentamento à violência”, diz Oliveira.

Na visão do juiz José Vidal de Freitas, a Penitenciária Feminina de Teresina é modelo na gestão de programas voltados à humanização e ressocialização no Piauí e destaca que o Além das Grades agrega mais uma iniciativa nesse sentido.
Participaram do encontro o coordenador de Enfrentamento às Drogas do Piauí, Sâmio Falcão, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí (OAB-PI), Fórum de Mulheres do Mercosul, Fazenda da Paz e Fundação Municipal de Saúde de Teresina