sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O IX CONGRESSO BRASILEIRO E VI CONGRESSO INTERNACIONAL DE TERAPIA COMUNITÁRIA INTEGRATIVA, é promovido pela ABRATECOM e realizado pelo Polo Formador em TCI CAIFCOM - Centro de Atendimento, Ensino e Pesquisa do Indivíduo, Família e Comunidade e suas Gerências.
Este evento, que se realizará no período de 13 a 16 de setembro de 2017, constitui-se num espaço para aprendizado, relacionamento e partilha de experiências dos Terapeutas Comunitários de todos os países que a desenvolve, assim como está aberta a participação de qualquer pessoa que tenha interesse em conhecê-la e aprofundar seus estudos e/ou pesquisas sobre o tema.
Tem como objetivo criar espaço para reunir Terapeutas Comunitários e outros pesquisadores para refletir sobre estratégias que emergem nas Rodas de TCI para acolher as diversidades, garimpar pérolas e superar desafios, dialogar sobre as estratégias que favorecem a construção de vínculos e que promovam a inclusão social e a prática dos direitos humanos, oferecer vivências como formas de cuidar de si, apresentar as experiências desenvolvidas pelo sistema terapêutico da TCI para acolher as diversidades, garimpar pérolas e superar desafios.
Vamos compartilhar esse evento e fortalecer a rede de TCI no Brasil e no mundo!

Árvore de Natal " SONHOS E DESEJOS" - MIMSECDF - 2016

 
Esse ano, inovamos, fizemos uma árvore reaproveitando ripas de madeira ofertadas por uma marcenaria daqui de Brasília. Ficou show né??? 

FELIZ NATAL E VITORIOSO 2017

 
A família MISMECDF deseja que nosso Natal traga luz, alegria, amor, paz e união para todos nós, Terapeutas Comunitários, amigos e simpatizantes!! E que 2017 seja um ano de mais conquistas, felicidades e boas gargalhadas.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

AME, MAS NÃO SOFRA - SEJUS - MISMECDF



PROGRAMA no DF AJUDA FAMILIARES de DEPENDENTES QUIMICOS A ENFRENTAR ESSE DESADIO E A RECUPERAR-SE - SEJUS " AME, MAS NÃO SOFRA"

O Movimento Integrado de Saúde Comunitária do Distrito Federal – MISMECDF, realiza Rodas de Terapia Comunitária no Programa “Ame, mas não sofra”, da Secretaria de Justiça e Cidadania.
O Programa tem como objetivo prestar informações, orientações e espaço de fala e partilha aos familiares de dependentes químicos.
O MISMECDF sente-se honrado em fazer parte dessa rede itinerante que vai de encontro à população que precisa de apoio e solidariedade para enfrentar as dificuldades na luta contra o uso indevido de drogas.


CEILANDIA
 
 
 
SAMAMBAIA
 
 
TAGUATINGA
 
 

PARANOÁ


WORKSHOP – Cuidando do Cuidador (CC) – capacitação nas técnicas de resgate da autoestima

Workshop – Cuidando do Cuidador (CC) – capacitação nas técnicas de resgate da autoestima
O SOFRIMENTO QUE VIVEMOS NOS ANIMA A RESTAURAR AQUILO QUE JÁ CONHECEMOS. É, PORTANTO, QUE MINHA ANTIGA DOR QUE SE TORNA FONTE DE COMPETÊNCIA SANEADORA. DESTA FORMA, CUIDANDO DO OUTRO, EU RESTAURO A MINHA PRÓPRIA HISTÓRIA PESSOAL E FAMILIAR.
 
Promover a saúde e a qualidade emocional dos cuidadores, articular o potencial humano e cultural com o conhecimento técnico-científico, o que possibilitará a ampliação do campo de intervenção.
Objetivos: Capacitar agentes multiplicadores, para atuarem em suas comunidades e instituições, na perspectiva de reforço da autoestima, pela valorização do autoconhecimento como recurso de transformação pessoal e social.
TRABALHAR AUTOESTIMA E AS EMOÇÕES DE PESSOAS OU GRUPOS INSTITUCIONAIS QUE DESEJAM SE HARMONIZAR, ENQUANTO EQUIPE
Benefícios: o corpo vive, registra, reage e revela a história individual. A leitura corporal relaciona a forma e a funcionalidade do corpo, os traços fisionômicos, as posturas, as sensações e os sintomas físicos, aos conteúdos mentais e às particularidades comportamentais. Desta forma, estabelece um paralelo entre a linguagem do corpo, o estado de saúde, as disfunções orgânicas e o autoconhecimento. A experiência vivida e sentida nunca é esquecida, fica registrada nas nossas células para sempre.
Público-Alvo: destina-se a todos os cuidadores, terapeutas comunitários, pessoas especiais que cuidam de alguém, seja de um familiar, de um amigo, uma comunidade, rede de saúde, crianças em redes de educação, entre outros.
Programa:
1 – Refletindo os 6 (seis) pilares da autoestima;
2 – trabalhando com nossas tensões;
3 – trabalhando o centramento corpo e mente;
4 – resgatando a criança interior;
5 - integração do masculino e feminino;
6 – trabalhando o nosso olhar crítico e compassivo;
7 – trabalhando a raiva e a integração consigo e com os outros;
8 - Grupos de discussão e reflexão.  
           Carga horária: 100h
- 02 MÓDULOS: 80h
I MÓDULO - 21/22/ e 23 DE OUTUBRO - 08:00 às 19:00
II MÓDULO – 11/12 E 13 DE NOVEMBRO - 08:00 às 19:00
 
Sexta-feira e sábado de 8:00 as 19:00h
Domingo de 8:00 as 13:00h
 
02 ENCONTROS DE SUPERVISÃO: 10h
* As datas dos encontros de supervisão serão agendados nos módulos
 
05 PRÁTICAS COM RELATÓRIOS: 10h
 
Investimento:
ENTRADA: R$ 150,00 + 02 PARCELAS DE R$ 280,00
ALMOÇO POR CONTA DO PARTICIPANTE
LANCHES COMUNITÁRIOS
ASSOCIADOS DO MISMECDF em dia – DESCONTO DE 5%
LOCAL: Museu Vivo da Memória Candanga
INSTRUTORIA: Perlucy Santos e Regina Melo
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:

MISMECDF - Secretaria 3347-8563. – 99651-2782
 Endereço: 914 Norte, Espaço Aldeias Infantis, casa 12, Brasília-DF

CLIQUE AQUI E FAÇA SUA INSCRIÇÃO:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfWjxtV2dkbnqkCCy5VDSkLeD9OTK5U0riIz04AF6IZ0hiNHw/viewform



  



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA: Workshop: Árvore da Vida

 
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA: Workshop: Árvore da Vida
LIBERANDO PADRÕES E CRENÇAS NEGATIVAS

(Link da inscrição: https://goo.gl/forms/8JwnHhQaQEwwY5CI2)

O presente curso propõe trabalhar com crenças e padrões inseridos em nossa história e que, muitas vezes, vincula-se à história de nossa estrutura familiar. A partir do momento que nos Conscientizamos dessas
histórias, é possível romper com algumas crenças. Tal experiência proporciona bem-estar e presença mais assertiva nas escolhas próprias do cotidiano.

Público alvo: Terapeutas comunitários, consteladores familiares, profissionais da saúde, educação, trabalhadores da área social, lideranças comunitárias e pessoas interessadas em processos de autoconhecimento.

Metodologia: O trabalho tem como referencial a linha sistêmica. Serão empregadas técnicas como o genograma ( espécie de árvore genealógica da família), visualização de imagens, técnicas psicossensoriais,figuras de Constelação familiar.

As vivências são individuais,cada um faz o seu processo. Haverá espaço para os participantes que desejarem partilhar sua experiência.

Facilitadora: Maria Cristina Vasconcelos Teixeira.
CRP 04-29133 – História/UFMG – Psicologia/UFMG – Psicopedagogia/UNI-BH - Formação em Terapia Ericksoniana ( Instituto Milton H. Erickson de Belo Horizonte (reconhecido pela The Milton Erickson Foudation Inc. em Phonix, EUA - Especialização em Psicoterapia de casal família/PUC/MG – Formação em Danças Circulares , Formação Constelação Familiar,Formação em Psicoterapia do Trauma e Terapia Comunitária Integrativa,Formando em yoga integral,Mestrado em Reiki, Deeksha Giver.Instrutora de Mindfulness

DATA: 08 de OUTUBRO - WORKSHOP - ÁRVORE DA VIDA

HORÁRIO: 8.30 e finalizando 18.30. intervalo de 1h de almoço

LOCAL : MUSEU VIVO DA MEMÓRIA CANDANGA - MVMC

INVESTIMENTO: R$50,00 para terapeutas comunitários e R$70,00 para quem não é terapeuta.

(Banco do Brasil. Agência 3413-4 Conta 18549-3 M I Saúde Comunitária DF)

ALMOÇO: CUSTEADO PELO PARTICIPANTE

LANCHE: COLETIVO, sugerimos que, se possível, traga um alimento saudável.

INFORMAÇÕES: Franco Moreno
SGAN 914 Conjunto F Casa 12 - Aldeias infantis SOS Brasil - Asa Norte/DF - Telefone Fixo (61) 3347-8563 - Vivo: (61) 99651-2782




 

RODA DE TERAPIA COMUNITÁRIA - HOSPITAL DIA TAGUATINGA - CLÍNICA RECANTO


TERAPEUTA COMUNITÁRIA: JAIRA LEITE
PÚBLICO: 26 participantes
TEMA: ANSIEDADE - COMO VOU CONDUZIR MINHA VIDA LÁ FORA
O QUE ESTOU LEVANDO: AMOR, PAZ, APRENDIZADO, FÉ, FORÇA, PAZ, CONHECIMENTO, A IMPORTÂNCIA DAS REGRAS.

CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL - 16 DE SETEMBRO 2016


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA WORKSHOP CUIDANDO DO CUIDADOR

WORKSHOP CUIDANDO DO CUIDADOR.




Workshop – Cuidando do Cuidador (CC) – capacitação nas técnicas de resgate da autoestima

Objetivos Gerais: Trabalhar a autoestima e as emoções de pessoas ou grupos institucionais que desejam se harmonizar, enquanto equipe;

Promover a saúde e a qualidade emocional dos cuidadores, articular o potencial humano e cultural com o conhecimento técnico-científico, o que possibilitará a ampliação do campo de intervenção.

Objetivos Específicos: Capacitar agentes multiplicadores, para atuarem em suas comunidades e instituições, na perspectiva de reforço da autoestima, pela valorização do autoconhecimento como recurso de transformação pessoal e social.

Benefícios: o corpo vive, registra, reage e revela a história individual. A leitura corporal relaciona a forma e a funcionalidade do corpo, os traços fisionômicos, as posturas, as sensações e os sintomas físicos, aos conteúdos mentais e às particularidades comportamentais. Desta forma, estabelece um paralelo entre a linguagem do corpo, o estado de saúde, as disfunções orgânicas e o autoconhecimento. A experiência vivida e sentida nunca é esquecida, fica registrada nas nossas células para sempre.

Público-Alvo: destina-se a todos os cuidadores, terapeutas comunitários, pessoas especiais que cuidam de alguém, seja de um familiar, de um amigo, uma comunidade, rede de saúde, crianças em redes de educação, entre outros.

Programa:

1 – Refletindo os 6 (seis) pilares da autoestima;

2 – trabalhando com nossas tensões;

3 – trabalhando o centramento corpo e mente;

4 – resgatando a criança interior;

5 - integração do masculino e feminino;

6 – trabalhando o nosso olhar crítico e compassivo;

7 – trabalhando a raiva e a integração consigo e com os outros;

8 - Grupos de discussão e reflexão.  

           Carga horária: 100h

- 02 MÓDULOS: 80h

I MÓDULO -  08:00 às 19:00

II MÓDULO – 08:00 às 19:00
 
Sexta-feira e sábado de 8:00 as 19:00h

Domingo de 8:00 as 13:00h


02 ENCONTROS DE SUPERVISÃO: 10h

* As datas dos encontros de supervisão serão agendados nos módulos

 05 PRÁTICAS COM RELATÓRIOS: 10h

Investimento:

ENTRADA: R$ 150,00 + 02 PARCELAS DE R$ 280,00

ASSOCIADOS DO MISMECDF em dia – DESCONTO DE 5%

LOCAL: MUSEU VIVO DA MEMÓRIA CANDANGA

FACILITADORES: PERLUCY SANTOS  

INFORMAÇÕES E iNSCRIÇÕES:

MISMECDF - Secretaria 3347-8563. – 99651-2782
 Endereço: 914 Norte, Espaço Aldeias Infantis, casa 12, Brasília-DF

CLIQUE AQUI E FAÇA SUA INSCRIÇÃO:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfWjxtV2dkbnqkCCy5VDSkLeD9OTK5U0riIz04AF6IZ0hiNHw/viewform


 
 
 

CAPACITAÇÃO EM TERAPIA COMUNITÁRIAINTEGRATIVA - TCI - NOV 2016

 
"PRINCÍPIOS, CONCEITOS E METODOLOGIA DA TERAPIA COMUNITÁRIA INTEGRATIVA:
A Terapia Comunitária é um espaço de promoção de encontros interpessoais e inter comunitários, objetivando a valorização das histórias de vida dos participantes, o resgate da identidade, a restauração da auto-estima e da confiança em si, a ampliação da percepção dos problemas e possibilidades de resolução a partir das competências locais. Tem como base de sustentação o estímulo para a construção de vínculos solidários e promoção de vida.
Esta forma de trabalho permite que se avance do modelo centrado na patologia ao modelo da promoção da saúde, das redes de solidariedade e da inclusão social.
A Terapia Comunitária não se define como um processo psicoterapêutico, mas, sim, como um ato terapêutico de grupo que pode ser realizado com qualquer número de pessoas e de qualquer nível socioeconômico. É uma prática de intervenção simples, mas não simplista, requerendo uma capacitação. Ela é dirigida por facilitadores, devidamente treinados, sem nenhuma exigência de formação acadêmica anterior.
A intervenção se dá nas diversas redes que compõem o sistema de relações humanas, incluindo a família, os vizinhos, os amigos e a coletividade para apoiar os indivíduos e as famílias mais vulneráveis da comunidade que estão vivendo uma situação de crise.
No campo da sua intervenção, o terapeuta comunitário tenta articular a dimensão biológica, social e política dos problemas. Ele tem, como ponto de partida, uma situação- problema (alcoolismo, insônia...), apresentada por alguém da comunidade e escolhida pelo grupo. É a partir dessa situação que a equipe terapêutica passa a estimular e favorecer o crescimento do indivíduo e das pessoas mais próximas a ele, para adquirir um maior grau de autonomia, consciência e co-responsabilidade. Tudo isso acontece através de um processo de questionamentos em todos os níveis: biológico, psicológico, social e político. Nós nos apoiamos na competência dos indivíduos e das famílias e, jamais, nas carências que são prerrogativas dos especialistas". Adalberto Barreto - TERAPIA COMUNITÁRIA - PASSO A PASSO

 
Ficha de Pré Inscrição. Após o seu preenchimento será encaminhado para o e-mail da(o) interessada(o) uma ficha de entrevista.

 

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

CONVITE - ENCONTRO DE TERAPEUTAS COMUNITARIOS

 
LINK PARA INSCRIÇÃO:

A FISIOLOGIA DA DEPENDENCIA QUÍMICA - esta palestra traz informações sobre a parte neuroquímica da dependência. O objetivo é desmistificar o dependente, muitas vezes taxado como um sujeito sem força de vontade, vagabundo, mentiroso, etc. O que pretende através da informação é levar ao entendimento o mecanismo do vício . PALESTRANTE:  CÉLIA MORAES

DANÇA SÊNIOR é uma atividade em grupo que melhora a qualidade de vida de idosos, e estudos recentes tem avaliado a sua utilização como mecanismo de manutenção e melhora da capacidade funcional de idosos.

Todo profissional que trabalha com idosos deve se dar a chance de conhecer essa maravilhosa ferramenta.

Sobre Dança Sênior

Lançada na década de 70, na Alemanha, a dança sênior rapidamente se popularizou entre a população idosa dos países europeus e agora está em franca expansão no Brasil, sobretudo nos estados do sul e sudeste. Com o crescente aumento do número de brasileiros de meia e terceira idade, e de seu poder aquisitivo, essa modalidade de dança, divertida e fácil de aprender, têm conquistado espaço.

História

Tudo começou na década de 70, na Alemanha, quando a pedagoga social Ilsen Tutt, em visita ao ancianato onde se encontrava a sogra, foi por esta questionada: "você sempre dança com a geração nova, por que não dança com os idosos?".

A questão levantada levou Ilsen a trocar idéias com um grupo de pedagogos sociais sobre a atividade com idosos em instituições de longa permanência e a desenvolver a idéia de se criar uma modalidade de dança que considerasse suas limitações motoras e mentais. Era criada, então, a Dança Sênior, que rapidamente se disseminou entre a população da "maior idade" dos países europeus. Para o Brasil, ela foi trazida pela arquiteta alemã Christel Weber, que fixou residência em Nova Friburgo (região serrana do RJ) e ministrou os primeiros cursos preparatórios de multiplicadores (profissionais aptos a ministrar aulas). 

Benefícios para o corpo e a mente

Segundo a professora Hosania Nascimento, os movimentos são simples, elegantes e exigem a troca constante de par, incentivando a integração dos alunos. "E apesar de ter sido desenvolvida pensando nas limitações dos idosos, temos em nossos cursos pessoas de todas as idade, inclusive jovens, pois é uma dança bastante divertida", ressalta Hosania. 

"Qualquer um pode praticar e os benefícios são vários, como a melhora de mobilidade, respiração e memorização", completa o terapeuta Márcio Goiabeira Souza, que ministra cursos de dança sênior na Obra Social, ONG mantida em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro. 

"Há inclusive uma modalide especialmente desenvolvida para pessoas com dificuldade de se locomover, em que se dança sentado", explica Hosania. "O aprendizado das coreografias trabalha a atenção, concentração, percepção, lateralidade, ritmo, memória recente, orientação espacial, estimulando diversas habilidades psicomotoras e cognitivas", acrescenta a professora Elizabeth Lospenato Bastos, vice-coordenadora nacional da Dança Sênior.

Para maiores informações sobre Dança Sênior, acesse:

http://www.portalbethesda.org.br/

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedd...

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedd...

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedd...

Palestrantes

Isabel Zago e Terezinha Gama


terça-feira, 9 de agosto de 2016

TERAPIA COMUNITARIA DIMINUI ENCAMINHAMENTOS PARA SERVIÇOS DE SAÚDE



 

Terapia comunitária diminui encaminhamento para serviços de saúde

Carla Prates
Especial para o UOL Ciência e Saúde
 
FONTE: UOL
Em 23 anos de terapia comunitária, a técnica cresceu por todo o Brasil e, desde 2008, está no sistema público de saúde. Agora, em 2010, é oficializada como política pública federal.
Em 2008, já havia mais de mil terapeutas capacitados e cerca de 70 mil pessoas atendidas na rede pública. E os números só aumentam. Apenas de fevereiro a agosto de 2010, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo realizou mais de 2 mil rodas de terapia comunitária com cerca de 25 mil participantes.
De acordo com o relato de Adalberto Barreto, criador da metodologia, a experiência chegou aos órgãos públicos após o Ministro da Saúde José Gomes Temporão ficar sabendo de uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Ceará (UFC), pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) e pelo Movimento Integrado de Saúde Mental Comunitária do Ceará (MISMEC-CE).
O estudo revelou que, de 12 mil pessoas que frequentavam as rodas de terapia comunitária entre 2005 e 2006 em todo o Brasil, apenas 11,5% precisaram ser encaminhadas para o serviço de atenção a saúde. Mais de 80% dos problemas apresentados nas rodas foram resolvidos ali mesmo.
A terapia comunitária funciona, portanto, como uma espécie de triagem dos casos que realmente precisam ser encaminhados para os serviços públicos de atenção básica. Atua como uma prática de prevenção e promoção à saúde.
Dentro e fora do sistema público, a prática já conta com 40 polos de formação e mais de 20 mil terapeutas formados, de acordo com Barreto.
Remédio, não
Especialistas concordam que havia uma brecha no sistema de atenção a saúde mental, que não oferecia tratamento ao sofrimento. Portanto, a terapia comunitária veio preencher essa lacuna.
“Há muita medicalização para a dor do sofrimento humano, daí se perde o sentido da dor, do luto, nem sempre é preciso tomar remédio”, pondera Maria Auxiliadora Camargo Cusinato, assessora técnica de saúde mental da Coordenação da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde.
A assessora relata que muitas mulheres vão aos postos de saúde pedir para tomar Diazepam, mas o que elas precisam mesmo é de escuta, atenção, pois vivem sozinhas ou sofreram perdas. E Adalberto completa: “o que uma mulher que sofre com o filho envolvido com droga precisa? De remédio ou ser ouvida?”.