quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Cadastro de Associado do MISMECDF







Prezado(a) Terapeuta Comunitário,

Paz e Bem pra Você!
  
O MISMECDF, instituição sem fins lucrativos, criado em março de 2002, funciona como Polo formador de Terapia Comunitária Integrativa-TCI. Faz parte da Associação Brasileira de Terapia Comunitária - ABRATECOM e vem participando dos avanços da TCI no Brasil e em outros países. É o primeiro Polo formador criado fora do Ceará.
Tem trabalhado exaustivamente pela integração de pessoas e comunidades no resgate da dignidade e redução de qualquer tipo de exclusão, por meio do fomento de redes solidárias e cidadania ativa. Os terapeutas comunitários formados pelo MISMECDF atuam em diversas áreas, saúde, justiça, educação, trabalho, artes, cultura, meio ambiente e outras relacionadas ao desenvolvimento humano e promoção da cidadania.
A você que se propôs associar-se a esta casa, concede ao MISMECDF a possibilidade de manter a chama viva do compromisso com o outro e a confirmação de que a existência de uma instituição depende de seus seguidores e associados.
Por isso, sua contribuição anual, prevista no Estatuto é um dos suportes na sustentação da ONG, como forma de honrar compromissos como: aluguel da sua Sede e despesas materiais correntes.
Vantagens de ser Associado ao MISMECDF:
• Tem descontos exclusivos nos Workshops e Cursos realizados pelo MISMECDF e pelos seus parceiros.
• Contribuir para a construção de redes solidárias e comunidades do DF e Entorno;
• Contribuir para a sustentabilidade do MISMECDF, apoiando a infraestrutura e material necessário para o funcionamento da atividade fim;
• Possibilita a oferta de bolsas para os cursos de formação em TCI para as comunidades que desenvolvem trabalhos sociais;
• Contribui com o desenvolvimento e a implantação e difusão da TCI no DF e outras regiões;
• Participa das reuniões de diretoria, grupos de trabalho, assembleias e outras atividade realizada na ONG;
• Tem acesso aos dados, informações e pesquisas realizadas pelo MISMECDF;
• Tem Descontos especiais nos cursos e eventos promovidos pelo MISMECDF;
• Tem apoio Institucional para abertura de rodas de TCI;
• Tem divulgação do seu grupo de TCI no site do MISMECDF e outros veículos de comunicação;
• Tem inclusão do seu nome como terapeutas comunitários na lista de credenciados da instituição;
• Tem descontos nas reposições de módulos e intervisões do Curso de TCI
Ao se cadastrar, pedimos que faça um depósito, no valor de R$ 90,00 (sendo R$ 80,00 da anuidade e R$ 10,00 da Carteirinha de Associado*) para a nossa conta no Banco do Brasil (Agência:3413-4 Conta: 18549-3 M I Saúde Comunitária DF. Encaminhar um e-mail com o comprovante para mismecdf.secretaria@gmail.com ou pelo WhatsApp (61) 99292-1250.
*Caso o associado não deseje a carteirinha, poderá fazer o pagamento da anuidade no valor de R$ 80,00.

Agradecemos pela atenção, recomendamos associar-se e usufruir das vantagens de fazer parte da rede MISMECDFde associados
 
 ACESSE O LINK PARA SE CADASTRAR:

https://docs.google.com/forms/d/1CCEy2HKLFbZZRnN8Y8-qbIpqf8JIgqU5kkXKd17c8Hw/edit

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

TER SAÚDE É TER PROJETOS por Henriqueta Camarotti

Henriqueta Camarotti
 
TER SAÚDE É TER PROJETOS!

Henriqueta Camarotti[1][1]

"Se me perguntarem como é que um passarinho engaiolado pode não se esquecer da arte de voar, a resposta é muito simples: é preciso não se esquecer da arte de sonhar. Quem é rico em sonhos não envelhece nunca. Pode até ser que morra de repente. Mas morre em pleno vôo. O que é muito bonito"
Rubem Alves

 
Expirou o tempo do manicômio. Expirou o tempo do aprisionamento da loucura e da exclusão do doente mental. Estamos sob a égide da integração das diferenças e da construção da cidadania.
Nas ultimas décadas a proposta da saúde mental tem sido a integração da pessoa no seu grupo social e familiar. Inclui-se nesse contexto todas as pessoas portadoras de transtornos psiquiátricos, antes chamados de doentes mentais [2].
A proposta é ver a doença como uma espécie de parênteses na vida e o indivíduo em sua totalidade biológica, psíquica, social, espiritual. Entender que a doença é um momento apenas, mesmo que seja vista como "crônica", de um contexto infinitamente maior e mais complexo da pessoa com suas peculiaridades, aspirações, sonhos e desejos.
O século 21 confirmou os ares libertários gestados nos vários movimentos sociais do século que o antecedeu. Por muito tempo os sintomas psíquicos foram considerados como fraqueza ou falta de força de vontade da pessoa que os apresentasse. Por conta disso, que criou um verdadeiro estigma, não raro se verifica uma imensa dificuldade de aceitar um transtorno psíquico e muito mais, aceitar o tratamento desses sintomas. Assim, aceitar a doença e o tratamento podem ser considerados sinais explícitos de saúde, evidenciando mecanismos de superação e transcendência. 
Nas ultimas décadas foi superada a ideologia manicomial em troca de uma proposta libertária; do aprisionamento para a interação familiar e social; dos medicamentos sedativos e restritivos para substâncias que ajudam a sociabilidade e criatividade das pessoas.
O ser humano é único e irrepetível. O sofrimento psíquico pode ser um encontro caleidoscópico, pluridimensional, vivido e expressado nas suas infinitas possibilidades. Pensar em saúde e, particularmente em saúde mental equivale a mergulhar em um processo de autonomia e engajamento da pessoa e no seu papel como ser social e comprometido com a comunidade e o bem estar público.
Bebendo das fontes da saúde mental na modernidade, hoje se define saúde não como uma mera ausência de doenças, mas também como um processo que possibilite que a pessoa e a comunidade se realizem, sabendo que ninguém é sadio em um ambiente que não o seja. Entende-se que saúde e compromisso com a coletividade são funções intrínsecas ao ser humano e diretamente relacionadas entre si.
Tentando expandir o conceito de saúde/doença, os profissionais de saúde já há tempos vêm se indagando: Como passar de um modelo que gera dependência para um modelo que nutre autonomia? Como romper com a concentração da informação pelos técnicos e "doutores" em geral e fazê-la circular, para que todos possam se beneficiar dela? Como resgatar o saber dos antepassados e a competência adquirida pela própria experiência de vida?
As respostas estão na proposta contemporânea do campo da saúde, que é perceber o homem e seu sofrimento no âmbito de uma rede relacional, não concentrar a atenção na doença, mas na promoção da saúde, ver além do sintoma (quem olha o dedo que aponta a estrela jamais verá a estrela), além de identificar não só a extensão da patologia, mas, também, o potencial daquele que sofre.
Contraditoriamente, na contemporaneidade coexistem diferentes redutos de práticas em saúde. Por um lado se convive com a precariedade de condições básicas nos sistemas de atenção à saúde que atendem às populações de baixo poder aquisitivo. De outro lado, a marca da abundância, exemplificada pela supervalorização da forma e da aparência do corpo, fenômeno este denominado dehigiomania ou idolatria do corpo (somatolatria).
Nesse viés, há uma preocupação excessiva com o corpo, levando-se a uma visão superficial e egocêntrica do mesmo e estimulando-se o consumo de bens e serviços voltados para a perfeição da forma corporal. Essa visão tem uma conotação materialista e deixa de lado os ciclos naturais do viver, promovendo inclusive exageros que não só afetam negativamente a própria saúde como costumam ser imensamente dispendiosos.
Pensar em saúde é integrar os ciclos naturais da vida, entendendo perdas, doenças, envelhecimento e morte como oportunidades de crescimento. Nas palavras de Groddeck (1988)[3], a doença significa um caminho para o conhecimento de si mesmo. O caminho vai nessa direção, ou seja, do aproveitamento das experiências difíceis do viver e das situações de doenças para o aprendizado de si mesmo e do outro. Enfim, imensas possibilidades são incorporadas à existência do ser humano quando este se abre para o aprendizado com a doença! Em outras palavras: é preciso que ele se deixe contaminar pela criatividade que a existência proporciona, pois adoecer, crescer, transmutar-se, aprender, são possibilidades da vida e ter saúde é estar aberto e em sintonia com as oportunidades que se descortinam a cada momento.
Finalmente, ter saúde é ter projetos! Projetos de coisas novas, abertura de espírito, disponibilidade para o novo, para a novidade que entra e se instala na vida. Isto é ter saúde!  Uma boa pergunta que os médicos deveriam fazer a seus clientes ao entrevistá-los em seus consultórios é: que projetos você tem?!

[1][1] Médica psiquiatra, neurologista, homeopata, especialista em saúde do trabalhador, gestalterapeuta e formadora da Terapia Comunitária Integrativa no Brasil e no exterior henriquetac@gmail.com
[2] Diferentemente da deficiência mental, que se caracteriza pelo comprometimento da capacidade cognitiva e intelectual do indivíduo.
[3]  D'ÉPINAY,M.L. (1988) Groddeck, a doença como linguagem. Campinas: Papirus
 
 

CURSO DESCOBRINDO A ESTÉTICA DO OPRIMIDO por WAGNER MONTENEGRO

 

O Teatro do Oprimido (TO) é um método estético criado pelo carioca Augusto Boal e praticado por inúmeras pessoas e grupos teatrais ao redor do mundo. São técnicas teatrais que tem como substância essencial o fato de que a linguagem artística é a linguagem humana por excelência. 

A Estética do Oprimido acredita que somos todos e todas melhores do que pensamos ser e podemos fazer muito mais do que aquilo que estamos acostumados a realizar. Permite a descoberta de si e das possibilidades humanas criativas, impulsionando o autoconhecimento, valorizando a autoestima e criando o diálogo que estimula a efetiva transformação da realidade.

"As atividades rotineiras e repetitivas habituam e moldam o corpo, condicionando musculaturas e atrofiando possibilidades. Convencendo-nos de que não podemos executar esse ou aquele movimento, que somos incapazes, insuficientes e inabilitados. Se nos submetemos a essa mecanização, abrimos mão de ampliar espaços, de ousar e de experimentar o novo, o não-conhecido e o não-dominado."
Curso "Descobrindo a Estética do Oprimido", de 12 a 14 de maio! Reserve sua vaga!!

Venha participar!

Vagas limitadas!

LINK PARA INSCRIÇÃO: https://goo.gl/forms/rrA4ADa2kgOYqP7K2

E FOI ASSIM:


 
 

A LENDA DOS MIL TSURUS POR MARIA EMÍLIA BOTTINI


                    A LENDA DOS MIL TSURUS - Maria Emília Bottini[i]
Ninguém sabe desde quando existe a lenda dos mil Tsurus (ave da espécie da família dos grous - cegonhas, nativa do Japão), refere que aquele que fizesse mil tsurus de origami teria um pedido atendido pelos deuses. A lenda ficou mundialmente conhecida com uma garotinha chamada Sadako Sasaki.
Sadako nasceu em Hiroshima e tinha dois anos quando os americanos lançaram a bomba atômica. Ela vivia distante do epicentro da bomba e juntamente com a mãe e o irmão, saiu ilesa do ataque, porém durante a fuga, foram atingidos pela chuva negra radioativa que caiu sobre a cidade ao longo daquele dia.
Após o término da guerra, Sadako e sua família viviam normalmente. Ela era uma garota aparentemente saudável até completar doze anos. Em janeiro de 1955, durante uma aula de educação física, ela adorava corridas, sentiu-se mal e teve tonturas. Dias depois sentiu-se mal novamente e caiu no chão, sem sentido. Foi levada ao hospital, depois de alguns dias surgiram marcas escuras em seu corpo e foi diagnóstica com leucemia. Ela foi internada em fevereiro de 1955 com um prognóstico de um ano.
Em agosto, sua melhor amiga, Chizuko Hamamoto foi visitá-la e a presenteou com uma dobradura de tsuru e contou-lhe sobre a lenda dos mil tsurus de origami. Sadako decidiu fazer os mil tsurus, desejando a sua recuperação. A doença avançava rapidamente e sentia-se cada vez mais debilitada, mas prosseguia dobrando lentamente os pássaros, sem mostrar-se zangada, mas sim resignada.
Em dado momento a menina compreende que sua doença era fruto da guerra e mais do que desejar apenas a própria cura e a paz para a humanidade e também para que nenhuma criança mais sofresse pelas guerras. Ela disse aos tsurus: “Eu escreverei paz em suas asas e você voará o mundo inteiro”. Na manhã do dia 25 de outubro de 1955, Sadako montou seu último tsuru e faleceu, amparada por sua família. Ela não conseguiu completar os mil origamis, fizera 644. Mas seu exemplo tocou profundamente seus colegas de classe e estes dobraram os tsurus que faltavam para que fossem enterrados com ela.
Os colegas formaram uma associação e iniciaram uma campanha para construir um monumento em memória à Sadako e à todas as crianças mortas e feridas pela guerra. Em 1958 com doações de cerca de 3100 escolas japonesas e mais nove países, foi erguido o Monumento das Crianças à Paz, conhecido também como Torre dos Tsurus, no Parque da Paz em Hiroshima.
O monumento de granito simboliza o Monte Horai, local mitológico onde os orientais acreditam que vivem os Espíritos. No topo do monte está a jovem Sadako segurando um tsuru em seus braços estendidos. Na base do monumento estão gravadas as seguintes palavras: “Este é nosso grito. Esta é nossa oração: paz no mundo”.
Essa lenda me tocou profundamente, porque a Paz é ainda um desejo, um devaneio, uma utopia no horizonte do mundo moderno. Mal termina uma guerra outra já está a caminho ou mesmo ocorrem concomitantes, tornando-nos uma humanidade sempre em guerra. Guerras são justificadas e foram aprendidas e quiçá possam ser desaprendidas.
É preciso acreditar no desejo das crianças e construir a paz no mundo a partir de atitudes e não de falatório. Se bem me lembro não foram as crianças que soltaram as bombas atômicas no Japão em 1945. Crianças refletem o que vivem.
Quantos tsurus deveríamos fazer no mundo moderno para nos dar conta de que a guerra só produz cemitérios, órfãos e sofrimentos? Talvez apenas um tsuru, seja o suficiente, parece que nossos braços não conseguem substituir os de Sadako e suportar tal peso e poder em nossas mãos, é responsabilidade demais para os humanos, deixemos para as lendas.



[i] Psicóloga clínica, Mestre em Educação pela Universidade de Passo Fundo (UPF), Doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). Autora do livro: No cinema e na vida: a difícil arte de aprender a morrer. Acesse a página do livro: https://www.facebook.com/No-cinema-e-na-vida-a-dif%C3%ADcil-arte-de-aprender-a-morrer-896048947117180/?ref=bookmarks. E-mail: emilia.bottini@gmail.com.
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

TERAPIA COMUNITARIA INTEGRATIVA E A FAMÍLIA NO CONTEXTO DO CAPS: investigando o sofrimento dos familiares



imagem net
 

Terapia comunitária integrativa e a família no contexto do Caps: investigando o sofrimento dos familiares


A Terapia Comunitária Integrativa (TCI) é uma prática de intervenção grupal, aplicada por terapeutas comunitários em grupos em situação de vulnerabilidade. 

Resumo:

A Terapia Comunitária Integrativa (TCI) é uma prática de intervenção grupal, aplicada por terapeutas comunitários em grupos em situação de vulnerabilidade. Os familiares do portador de transtorno mental estão em situação de precariedade em relação às estratégias de abordagens da equipe do CAPS por não serem o público alvo das ações. Objetivou-se identificar os sinais e sintomas de estresse, ansiedade e depressão entre os familiares participantes das rodas de terapia no CAPS e descrever estratégias diante os conflitos oriundos da relação com o parente doente mental. Este estudo compreensivo-interpretativo foi desenvolvido no CAPS Caminhar, João Pessoa. Selecionou-se 10 familiares, ambos os sexos, com idade superior a 21 anos, submetendo-os aos questionários "SRQ-20", "ISS" e a gravação do áudio das rodas. Constatou-se que para o familiar, a aceitação de sua condição e partilha das cargas facilita compreensão e criação de estratégias que permitem a diminuição considerável de stress, ansiedade e depressão.......
CONTINUE A LEITURA ACESSANDO O LINK:
http://www.psicopedagogia.com.br/index.php/1661-terapia-comunitaria-integrativa-e-a-familia-no-contexto-do-caps

Autores

Cláudia Quézia Amado Monteiro - Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Mestranda do Programa de Pós-graduação em neurociência cognitiva e comportamento (PPGNeC/UFPB). claudiaquezia@hotmail.com Endereço do currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/4878735900744341 Cidade Universitária Campus I Bairro: Castelo Branco Estado/País: Paraíba – Brasil 
Maria Oliveira Ferreira Filha - Drª em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Professora associada da Universidade Federal da Paraíba, Líder do Grupo de Estudos e Pesquisa Saúde Mental Comunitária - GEPSMEC, atuando na linha de pesquisa, políticas e praticas de saúde e enfermagem. mar filha@yahoo.com.br. Endereço do currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/6656161364649924
Samilla Gonçalves de Moura - Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba (PPGENF/UFPB)  samilla_1988@hotmail.com  Endereço do currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/5607549770971094
Maria Djair Dias - Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo - SP. Docente Associada do Departamento de Enfermagem Saúde Pública, e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFPB E-mail para contato: mariadjair@yahoo.com.br. Endereço do currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/8451343215996468 
Priscilla Maria de Castro Silva - Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós - Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraiba (PPGENF/UFPB). Professora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande (FCM/CG). E-mail para contato: priscillamcs@hotmail.com  Endereço do currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/9658322208264133 
Eloise de Oliveira Lima - Graduada em Fisioterapia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), mestranda do Programa de Pós-graduação em neurociência cognitiva e comportamento (PPGNeC/UFPB). E-mail para contato: eloise_olima@hotmail.com  Endereço do currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/7801462590711658